Veja como usar a irrigação automática no seu jardim

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Para ter um jardim saudável, é preciso ficar atento à quantidade de água utilizada para não regar nem demais, nem de menos. Foi buscando garantir esse equilíbrio que surgiu a irrigação automática, recurso que possibilita programar o horário, a frequência e a duração da rega.

O mercado oferece de tecnologias mais simples (como sensores de chuva) a dispositivos inteligentes, que detectam a umidade do solo, calibram o irrigador e não deixam que a terra se molhe além do necessário.

Na prática, o investimento gera economia de tempo e de água: com o fim dos desperdícios, é possível diminuir consideravelmente a conta no fim do mês.

Quer saber quais são os modelos mais usados na rega automatizada? Acompanhe o post de hoje!

Quais são os tipos de irrigação automática?

O sistema de automatização usa um controlador programado para acionar as válvulas, que liberam a água por meio de aspersores pelo tempo e volume previamente determinados.

Como as válvulas são setorizadas de acordo com hidrozonas, antes de posicioná-las é importante colocar o projeto paisagístico no papel, deixando claro onde molhar e onde não molhar.

Conheça os sistemas de irrigação mais recomendados para o lar:

Aspersão

Usado em áreas mais amplas, como gramados. Exige um reservatório de água, canos, bombas de recalque e aspersores escamoteáveis, do tipo rotor ou spray. Um timer dá conta de obedecer à programação de rega.

Microaspersão

Indicado para canteiros, jardineiras e jardins pequenos. Atua por meio de pequenas hastes com microaspersores, dispostos na superfície do terreno.

Gotejamento subterrâneo

Bom para espécies florais, pois jatos d´água prejudicam a polinização. Sua tecnologia não permite a intrusão de raízes no emissor de gotas, que pode se localizar até a 30 cm de profundidade. A área umedecida se restringe ao entorno dos pontos de gotejamento.

Gotejamento vertical

Usado em paredes verdes. Um cano mestre, instalado nas laterais dos jardins verticais, abastece cada fileira por meio de ramificações embutidas. Um tubo gotejador autocompensante é acoplado às conexões, ofertando a água na quantidade certa.

Como tornar a irrigação do jardim mais sustentável?

Uma boa dica para economizar e direcionar recursos é aproveitar a água da chuva.

Com design moderno, as cisternas verticais aliam consciência ambiental à economia: conectado à calha do telhado, o sistema permite coletar água diretamente da chuva para irrigar as plantas.

cisterna-vertical

Em regiões com altos índices de pluviosidade, trata-se de uma alternativa muito vantajosa e em sintonia com o meio-ambiente.

O que considerar antes de escolher o sistema de rega?

A água é um combustível essencial para a fotossíntese e outros processos necessários à vida das plantas. Por isso, é importante oferecê-la da maneira correta e de acordo com as exigências de cada espécie.

De maneira geral, a demanda é maior no período de desenvolvimento, após a poda e no início da frutificação.

Em projetos recentes, o sistema radicular ainda é pouco profundo, por isso a irrigação deve ter menor volume e maior frequência. Já em composições com mais de um ano de idade, a irrigação não precisa ser diária. Em gramados, por exemplo, o intervalo varia entre dois e cinco dias.

Considere também o clima da região, especialmente o tipo de solo, o regime pluviométrico, a incidência de vento, o sombreamento e a insolação. Por fim, escolha um modelo de rega no qual o reservatório possa ser abastecido com água de reúso.

Se ficar em dúvida quanto à eficácia da programação do sistema de irrigação automática, basta afundar o dedo na terra para sentir a umidade. Se estiver seca, é necessário aumentar a oferta de água; se estiver encharcada, é preciso reduzi-la.

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